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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Diocese de Mossoró realiza a 15ª Romaria da Juventude

RomariaJuventudeMossoroA Romaria da Juventude na Diocese de Mossoró completa 15 anos. Ela nasceu pequena, a partir da iniciativa da Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP) em 1996 e, desde então, foi crescendo de tal modo que hoje se tornou um evento articulado pelo Setor Diocesano de Juventude.

Neste ano, além de celebrar os seus 15 anos de caminhada, também se vivencia o clima de pré-jornada para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2013 no Rio de Janeiro; além de se refletir sobre o problema da violência e extermínio da juventude e de celebrar o Dia Nacional da Juventude (DNJ).
A Romaria acontecerá no dia 30 de outubro, no Santuário de Nossa Senhora dos Impossíveis, no município de Patu (RN).
Com o tema "Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé", a 15ª Romaria da Juventude da Diocese de Mossoró espera vivenciar um momento bonito de encontro, partilha, reflexão e muita alegria entre as juventudes de todas as paróquias.
Nos últimos anos a Romaria tem atraído a participação de aproximadamente 5 mil jovens. A organização espera, para este ano, superar esta marca devido o clima que a Diocese vive depois de ter enviado 30 delegados para a JMJ de Madri. Estes delegados realizaram toda a articulação da romaria nas paróquias e estão motivando a participação dos jovens.
Segue abaixo a programação das apresentações, shows e outras atividades da Romaria:
- Nas paróquias acontecerá vigília na véspera da Romaria.
4:30h - Chegada e acolhida dos romeiros na Igreja Matriz de Patu - RN
5:15h - Missa presidida pelo bispo diocesano Dom Mariano Manzana
6:30h - início da caminhada em direção ao Santuário de Nossa Senhora dos Impossíveis
Entre 7h e 8h - DJ Angelus acolhe os romeiros no Santuário
8h - Intervalo para Missa do Santuário
9h30min - Banda Som do Pai
10h - DJ Angelus
Peça de Teatro
Dança de Rua
11h - Banda Swing Louvor
11h30min - Ministério Missão de Amor
12h - Benção do Santíssimo


Além desta programação estarão acontecendo simultaneamente: Exposições da história de todos os grupos de jovens da diocese, atividades teatrais no meio dos romeiros, haverá trocas de lembranças entre os jovens celebrando os 15 anos de Romaria, confissões, a confecção da cápsula do tempo para marcar esta data, entre outras atividades feitas por iniciativa dos grupos.
Veja a seguir o vídeo feito pelos jovens da Diocese de Mossoró para divugar sua 15ª Romaria da Juventude.

domingo, 23 de outubro de 2011

Ano da fé


A Igreja comemorará um “Ano da Fé” entre 11 de outubro de 2012 – 50º aniversário da abertura do Concílio Vaticano II – e 24 de novembro de 2013, segundo anunciou o Papa ontem, durante a Missa conclusiva do primeiro encontro internacional de novos evangelizadores.
“Decidi declarar um 'Ano da Fé', que ilustrarei com uma especial carta apostólica”, disse Bento XVI na Basílica de São Pedro, aos participantes do encontro organizado pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização.
A iniciativa de celebrar o “Ano da Fé” tem como objetivo “precisamente dar um renovado impulso à missão de toda a Igreja de conduzir os homens fora do deserto em que muitas vezes se encontram, rumo ao lugar da vida, a amizade com Cristo, que nos dá sua vida em plenitude”, explicou o Papa.
Esse “Ano da Fé”, prosseguiu, “será um momento de graça e de compromisso por uma conversão a Deus cada vez mais plena, para reforçar a nossa fé n'Ele e para anunciá-lo com alegria ao homem da nossa época”.
O Pontífice recordou que “a missão da Igreja, como a de Cristo, é essencialmente falar de Deus, recordar sua soberania, recordar a todos, especialmente aos cristãos que perderam sua identidade, o direito de Deus sobre o que lhe pertence, isto é, a nossa vida”.
Também explicou que “a teologia da história é um aspecto importante, essencial da nova evangelização, porque os homens da nossa época, após o nefasto período dos impérios totalitários do século 20, precisam reencontrar uma visão global do mundo e do tempo”.
Sobre esta necessária visão, “verdadeiramente livre, pacífica”, destacou que é a “visão que o Concílio Vaticano II transmitiu em seus documentos, e que meus predecessores, o Servo de Deus Paulo VI e o Beato João Paulo II, ilustraram com o seu magistério”.
Bento XVI acrescentou que a nova evangelização está “em harmonia com a missão ad gentes”.
Aos novos evangelizadores presentes na celebração, disse: “Vocês estão entre os protagonistas da evangelização nova que a Igreja empreendeu e leva adiante, não sem dificuldade, mas com o mesmo entusiasmo dos primeiros cristãos”.
“Tenho vocês presentes na minha oração, consciente do seu compromisso na fé, da sua laboriosidade na caridade e da sua constante esperança em Jesus Cristo, nosso Senhor”, acrescentou.
E os convidou a ter Nossa Senhora como modelo e guia: “Aprendam da Mãe do Senhor e nossa Mãe a ser humildes e ao mesmo tempo corajosos; simples e prudentes; equilibrados e fortes, não com a força do mundo, mas com a da verdade”.
Lições de São Paulo
Recolhendo alguns ensinamentos do grande evangelizador São Paulo, o Pontífice afirmou que “ele nos diz, acima de tudo, que não se evangeliza de maneira isolada”.
O Apóstolo dos Gentios também mostra que “o anúncio deve ser sempre precedido, acompanhado e seguido pela oração”, sublinhou Bento XVI.
“O Apóstolo diz isso bem consciente do fato de que os membros da comunidade não o escolheram, mas sim Deus”, continuou.
Neste sentido, acrescentou o Papa, cada missionário do Evangelho deve sempre ter presente esta verdade: “é o Senhor quem toca os corações com a sua Palavra e o seu Espírito, chamando as pessoas à fé e à comunhão na Igreja”.
“A evangelização, para ser eficaz, precisa da força do Espírito, que incentive o anúncio e infunda em quem o leva essa 'plena persuasão'. Tal anúncio, para ser completo e fiel, precisa estar acompanhado de sinais, de gestos, como a pregação de Jesus”, acrescentou.
Palavra, Espírito e persuasão – entendida como plenitude e fidelidade – “são então inseparáveis e contribuem para fazer que a mensagem evangélica se difunda com eficácia”, disse o Pontífice.
“Os novos evangelizadores estão chamados a ser os primeiros a percorrer este caminho que é Cristo, para dar a conhecer aos outros a beleza do Evangelho que dá a vida”, explicou.
E insistiu: “Neste caminho, nunca se caminha sozinhos, mas em companhia: uma experiência de comunhão e de fraternidade que se oferece aos que encontramos, para torná-los partícipes da nossa experiência de Cristo e da sua Igreja”.
“Assim, o testemunho, junto ao anúncio, pode abrir o coração dos que estão em busca da verdade, para que possam descobrir o sentido da sua própria vida”, concluiu.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Nos dias O3 de outubro estarei iniciando uma peregrinação de 16 dias pelo Leste Europeu com um grupo de 30 pessoas da cidade de Mossoró.
                          
             Para um Padre de uma Paróquia de interior com quatro municípios  parece fazer-se impossível uma peregrinação  por tantos lugares relacionados à nossa fé por diversos motivos: 1º porque falta padres para nos substituir nos dias de ausência da Paróquia; 2º porque falta condições financeiras para tal feito, etc...
No dia 31 de agosto, antes de celebrar a missa em Lagoa Nova recebi uma proposta da tesoureira da nossa Diocese, Lenira que também trabalha com peregrinações com a Comunidade Obra de Maria, de ser diretor espiritual de uma peregrinação para o Leste Europeu. Teria de dar uma resposta urgente porque a data da partida seria 03 de outubro. De início achei que fosse impossível, porém , rezei a missa nessa intenção e depois da missa liguei para Pe. Flávio, Vigário Geral da Diocese, que me incentivou e garantiu me ajudar conseguindo padres para celebrar pelo menos as festas de padroeiros.
Assim ficou acertado: o diácono Robério com o apoio das Irmãs da Sagrada Face assumem as celebrações e o Pe. Ricardo virá para celebrar as festas de São  Francisco na Bo’Água e Pinhão, como também a festa de Nossa Senhora Aparecida em Boa Vista. Na festa de Frutuoso Gomes será o Pe. Crisanto que fará o encerramento.
Com esses encaminhamentos, parto tranquilo, sabendo que seria difícil encontrar condições favoráveis como estas para uma peregrinação desse tipo em outro tempo porque: além de ter o apoio das Irmãs da Sagrada Face, contamos com o Diácono Robério em estágio pastoral em nossa Paróquia. Além do mais, um pacote como este custa cerca de 5.430 dólares o que, de cara, impossibilitaria a minha adesão se não me fosse oferecido tudo de graça, com a obrigação apenas de celebrar missas para o grupo, conduzir momentos de oração e espiritualidade. Será para mim um momento de grande crescimento e espiritual e fortalecimento da minha missão sacerdotal. Conto com a oração e vocês todos e tenham certeza que os levarei no meu coração.


Segue abaixo um pouco do roteiro que percorremos nestes dias de peregrinação:
· Em Barcelona, Espanha: visita a Cateral Gótica e à Igreja da Sagrada Família;
· Em Lourdes, França: visita ao Santuário de Nossa Senhora de Lourdes;
· Em Bordeaux, França: visita a Catedral de Santo André;
· Em Lisieux, França: visita a lugares relacionados a vida de Santa Teresinha do Menino Jesus.
·  Em Paris, França: visita a lugares históricos e à Catedral de Notre Dame e à capela da Medalha Milagrosa;
·  Em Bruxelas, Bélgica: visita a lugares históricos;
·  Em Amsterdam, Holanda: visita a lugares históricos;
·  Em Berlim, Alemanha: visita a lugares históricos, museus e ao resto do Muro da Vergonha;
·  Em Roma, Itália: visita às Basílicas Patriarcais de Santa Maria Maior, São João do Latrão, Praça e Basílica de São Pedro e Roma Antiga. 

A CATEQUESE ENSINA A CONVIVER.



 

Catequista, na nossa luz outros veêm a LUZ... Cuidemos do nosso crescimento harmonioso.

Que nosso encontro catequético seja um espaço de convivência de irmãos, ensaio de outro espaço que exigirão a arte de conviver e de bem conviver.

Catequista, nossa missão é facilitar o crescimento humano e cristão das pessoas.

Que nosso encontro catequético colabore para que cada pessoa receba com gratidão e reverência o grande PRESENTE da vida e o partilhe com os demais numa autêntica experiência de fraternidade e de comunhão.


A Bíblia nas atividades catequéticas.

Na catequese, a Bíblia se destaca como seu livro por excelência, em sintonia com a realidade dos catequizandos, por ela iluminada.
Aos catequistas cabe a tarefa importantíssima de ajudar seus catequizandos a conhecer a Bíblia e nela buscar a força para a vida. Enxergar nas histórias do povo de Deus, contadas na Bíblia, a história do nosso povo, hoje, para daí discernir os apelos de Deus, é a principal meta a ser buscada pela catequese.
O amor às Sagradas Escrituras exige tê-las em nossas mãos, manuseá-las, conhecer sua organização, sobretudo histórica, e confrontá-las com nossas experiências cotidianas. Isso  requer longo e permanente aprendizado. Transformar a Palavra "daquele tempo" em Palavra para nós hoje, e enxergar nela preciosa fonte de espiritualidade é o que almejamos em nossa caminhada catequética.

Dinâmica - PESCARIA.
Confeccionar varas de pescar, cabo de vassoura ou vara, barbante, clipe para ser o anzol e "peixes" de papel, contendo no verso perguntas relacionadas ao conteúdo do encontro. Prenda um clipe em cada peixe para facilitar a pesca e encaxe-os numa bandeja com areia, Cada grupo deverá pescar um peixe, mas para poder ficar com ele precisa responder corretamente a pergunta que consta em seu verso. Vence o grupo que conseguir juntar o maior número de peixes. Ir. Jevânia - Coordenadora Paroquial de Catequese  



CAMPANHA MISSIONÁRIA 2011



A Campanha Missionária deste ano nos conscientiza de que é preciso cuidar do planeta que Deus deixou a todos nós. A ligação ‘Missão na Ecologia’ vem justamente reafirmar a importância de cuidar da mãe terra para a sobrevivência da humanidade”.
A afirmação acima é do presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Sérgio Braschi, durante a coletiva de imprensa que lançou a Campanha Missionária de 2011, na sede nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM) em Brasília.
De acordo com dom Sérgio, a Campanha sugere uma mudança de atitude e de comportamento para que possamos viver de maneira saudável no planeta. “Estamos numa sociedade globalizada em que o materialismo às vezes prevalece e com isso a ganância do ser humano para explorar os bens da natureza que faz com que se esgotem os seus mecanismos de sobrevivência para todos nós”, exortou.
Para o secretário executivo do Conselho Missionário Nacional (Comina) e assessor nacional da Comissão para a Animação Missionária da CNBB, padre José Altevir da Silva, o mês de outubro não deve limitar a dimensão missionária. Segundo ele, é o momento para dar visibilidade à dimensão missionária da Igreja que deve preencher de maneira integral a vida dos cristãos batizados. “Outubro não é o mês missionário, todos os dias da vida são missionários. Outubro vem apenas para fortalecer e dar visibilidade às atividades missionárias da Igreja e por isso devemos viver oportunamente nas comunidades a essência missionária desenvolvida pela Campanha Missionária através da temática proposta a cada ano”, disse.
Padre Altevir explicou ainda como se dá a ligação entre missão e ecologia, tema da campanha deste ano. “A primeira razão é que como batizado você é missionário e tem total responsabilidade sobre a obra da criação; por isso, deve lutar em defesa da vida do planeta”. Continuou: “Segundo porque todos os anos a Campanha Missionária se liga diretamente à Campanha da Fraternidade que este ano trouxe o tema “Fraternidade e a Vida no Planeta”, portanto, como cristãos, quando falamos em missão temos que olhar de maneira integral para 

DÍZIMO


Um grave problema: 95% dos católicos não estão inscritos para a entrega do Dízimo!          
Toda vez que ouvimos falar em Dízimo, parece que estamos ouvindo um pedido de dinheiro. Este é o grande erro. A falta de recursos gera sim muitas dificuldades para a Igreja, quantos projetos de evangelização ficam parados por falta de meios para desenvolvê-los. Mas a Igreja tem outro problema infinitamente mais grave, que é a indiferença dos católicos.


Porque é assim? A resposta é simples, os católicos não se sentem vinculados a Igreja onde foram batizados, porque não são convidados para a entrega do Dízimo na Igreja.
Perder o Dízimo desses irmãos é ruim, mas o constrangimento maior é perdê-los.
A entrega de bens à Divindade é um desejo de toda pessoa de fé. Queremos agradecer a Deus pela vida, pela família, os amigos, a comunidade, a natureza. Dar graças e louvar a Deus por tudo o que ele criou para nós.     

FALTA DE TEMPO OU FALTA DE COMPROMISSO?




Tenho presenciado o esfriamento dos grupos, pastorais e movimentos da Igreja. Alguns alegam o casamento, outros a Faculdade, outros ainda, doenças ou a distância. Será mesmo tudo isso ou por traz destes motivos está a falta de compromisso e responsabilidade de alguns que estão abandonado a Igreja por nada? Arrumamos tempo pra tudo o que queremos e, pra Deus fazemos desculpas. Vejam como estão os grupos e movimentos! Cada um na individualidade como se fosse partido político. É certo que a faculdade, o trabalho e etc. impossibilitam certos eventos, mas não na totalidade. E o povo que se diz cristão católico, estão freqüentando a Igreja? Não, está vazia, porém, os bares estão cheios. O amor está esfriando! Como é linda a Igreja cheia de pastorais e movimentos! Por exemplo, os grupos de jovens (a maioria dos animadores vieram deles), a Legião de Maria com respeito e perseverança na oração, as CEBs – um belíssimo trabalho popular e social, o Terço dos Homens trazendo-os à Igreja, a Pastoral da Criança, a Pastoral da Pessoa Idosa, o grupo da RCC aberto a qualquer pessoa, buscando na oração os dons e carismas e o maior de tudo: o alimento espiritual, a Eucaristia.
Temos que elogiar alguns animadores que mesmo tendo muitas obrigações estão sempre disponíveis para servir na Igreja. Muitas vezes pensamos que é a Igreja que precisa de nós, enquanto somos nós que mais precisamos dela.
Trago aqui dois questionamentos sobre a Eucaristia e o Dízimo: Uma pessoa já disse que talvez um dos motivos de alguns deixarem a Igreja seja porque não comunga nas duas espécies (pão e vinho). Agora pergunto, será que estes entregam o Dízimo? E de que forma? Longe de 1%? Tem gente que não devolve nem ½ % (meio por cento). Acho que nós deveríamos entregar o Dízimo literalmente, ou seja, os 10%, a Paróquia pede pelos menos 1%, mas precisamos crescer e sermos capazes de sermos dizimistas de verdade. Quanto à Eucaristia sou a favor que seja nas duas espécies (tomai...comei, tomai...bebei), mas para isso precisamos rever nossas ações. Será que estamos aptos?
Gostaria de encerrar parabenizando a todos os missionários que se dedicam com afinco no trabalho do Reino de Deus, de modo especial Ir. Elias, que nunca colocou obstáculos para nos ajudar. 

José Fernandes - Animador do Pinhão

domingo, 2 de outubro de 2011

Apresentação dos Casais Paroquianos

Cada casal que vivenciou o último ECC apresentou-se, depois o casal coordenador diocesano levou a sua palavra e por fim o Pe. Possidio, juntamente com a comunidade abençoo os casais












Fotos: Augusto de Mello

Celebração de Entrada no Catecumenato - Martins


Início da Celebração da Entrada no Catecumenato no Patamar da Igreja Matriz




Chamada pelo nome com a resposta pelos Catecúmenos: Eis-me aqui Senhor!













Entrada na Igreja



Entrega da Palavra de Deus







Unção com o óleo dos Catecúmenos

Fotos: Augusto de Mello

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ROTEIRO DO MÊS MAIO - 2016

ROTEIRO PARA O MÊS DE MAIO (Antes de iniciar o Terço, sugerimos uma procissão, conduzindo a imagem de Nossa Senhora, durante o traj...